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Parto Humanizado: A Chegada da Alice

Boa Noite Mãezinhas, tudo bem? Dei uma sumida, mas cá estou eu de volta! Mas vamos ao que interessa ? Hoje vou trazer para vocês um lindo e emocionante Relato da mamãe Ricielly Mazurechen sobre seu Parto Humanizado, um parto em casa. Já vou dizendo peguem seus lencinhos por quê um cisco vai cair no seu olho.
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"Tudo começou quando eu publiquei no facebook que estava grávida. Mais que rápido surgiram as sugestões de páginas de maternidade para curtir. E lá fui eu curtindo tudo que achava interessante. Certo dia uma dessas páginas compartilhou um parto lindo, HUMANIZADO, domiciliar e eu curiosa pois não tinha conhecimento, vi as fotos, assisti ao vídeo, me apaixonei, de cara, imediatamente. Visitei a página da fotografa e para minha surpresa, inúmeros partos domiciliares humanizados. Pronto, estava ali diante de mim tudo que eu queria. Compartilhei com meu marido que logo de cara também gostou, já emocionado ao ler o relato de um parto humanizado domiciliar. Decidimos que Alice viria ao mundo da forma mais respeitável possível, depois de muita leitura e várias dúvidas sanadas, escolhemos o parto domiciliar humanizado. Entrei em contato com a fotografa (maravilhosa) Elis Freitas que foi conversando comigo e me indicou a equipe Liora • Parto em Casa. Fiz todo o pré natal na minha cidade e ia encaminhando fotos das us, exames e fazendo as consultas a distância com Laura que foi sempre muito amorosa e paciente comigo diante das minhas dúvidas durante a gravidez, logo em seguida fiz uma consulta presencial com a Mayrene encaminhando Jacqueline que também foi uma delícia conhecer!
Com 36 semanas e 6 dias fomos para Cuiabá e lá aguardamos ansiosos até 39 semanas e 6 dias. Na manhã do dia 28 de agosto, domingo, comecei a sentir os prós dromos (falso trabalho de parto) e então fui ao encontro das minhas parteiras que haviam me convidado para participar de uma demonstração em um curso para parteiras e doulas. Chegando lá Clarinha anunciou: A minha irmã vai nascer hoje. Rimos e o curso teve segmento. Começamos a fazer a demonstração do Rebozzo (que maravilha, acho que foi o motivo pelo qual Alice veio mais rápido) e quando terminamos pude levar a bola suíça para fazer exercícios em casa. Passei a tarde rebolando naquela bola e as contrações continuavam ainda sem ritmo e com dores bem fracas, bem parecidas com cólicas menstruais.

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Quando chegou a noite, lá pelas 23 horas as dores começaram a mudar a localização. As pequenas dores começaram a vir no pé das costas e logo eu comuniquei a minha doula Daiane que pediu para que eu marcasse o intervalo das contrações e para variar, sem ritmo ainda. Ela me deu umas dicas e pediu para que eu ligasse a qualquer momento. Quando foi meia noite, novamente chamei no watts, as dores estavam diferentes, e então ela veio ao meu encontro para ver se estava tudo ok pelo fato de eu já vir de um parto normal. Sim, estava tudo ok. Ela ensinou o Samuel como verificar se realmente eu estaria em trabalho de parto observando a linha puérpera e falou, fica tranquila. Está tudo bem! Ela retornou para sua casa e eu pensei, não vou conseguir dormir com essas contrações e ansiosa, vou ficar assistindo filme. Por volta das 3h da manhã escutei um POC e pensei... será que é a bolsa que estourou? Já havia lido relatos de mães falando que escutavam um barulhinho quando a bolsa rompia. Em menos de 30 segundos senti algo quentinho virei para o lado e falei: Minha bolsa estourou. Meu marido me olhou assustado e disse: Capaz!! Falei: Coloca a mão aqui na minha calcinha, tem cheiro de q-boa? Ele estalou os olhos e disse sim. Sim, era minha bolsa, fui para o banheiro com o liquido amniótico escorrendo lentamente por minhas pernas e o sorriso mais largo do universo, tinha finalmente chegado a minha hora!! A sensação que tive era de que minha barriga ia despencar, que Alice ia cair, fiquei segurando a barriga. Kkkkkkkk ligamos para Daí que logo chegou com a Laís (outra doula maravilhosa) e a Elis que começou a preparar o quarto para a realização das fotos. Com as contrações ainda super leves, descansamos e dormimos boas horas durante a noite.

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A Laís cuidou de mim com massagens e movimentações no quadril que aliviavam as dores. Quando foi de manhãzinha, chegaram Laura e Jacqueline e já com as contrações um pouco mais intensas, porém ainda sem ritmo. Escutamos o coração de Alice, estava com 138 bpm, tudo normal, fizemos o toque que para minha surpresa ainda estava com 4 para 5 cm de dilatação. Pensei comigo, desesperada, só??? Não estava acreditando, na minha cabeça passava mil coisas, já comecei a calcular os cm por hora, era só o que eu precisava para me fechar e ficar na minha, deitada e quieta. Acho que elas não perceberam o quanto eu fiquei frustrada em estar com apenas 5 cm dilatado pois na minha primeira gravidez eu comecei a sentir dor com 6 cm e eu ainda estava penas com quase 5. Logo as contrações começaram a pegar ritmo, e quando foi umas 10h da manhã fizemos outro toque, 6 cm com as dores já mais intensas. Não acreditei, comecei a pensar na ocitocina, meu pensamento era: Quero ocitocina, quero ocitocina, quero, quero, quero-o.... Mas não falava nada, aquentava quietinha entre cochilos e agachamentos com massagem da Laís durante as contrações. Chegou meio dia e o cheiro de comida que vinha dos vizinhos começou a me dar enjoos. Tentei comer uma banana, mas não rolou, almoçar muito menos. Segui apenas bebendo água. Quando foi 12:40 fizemos outro toque e lá estava eu com apenas 7 cm. Pensei comigo, ufa, reta final. Foi quando Laura falou que a May e a Maria José me acompanhariam dali em diante pois ela teria que ir cobrir o plantão no hospital e que quando saísse as 18h voltaria para me assistir. O desespero foi maior, imaginei que eu ficaria ali, sentindo dores até as 18h. Queria ocitocina, não queria ficar até 18h sentindo dor. Foi quando a Dai e Elis retornaram do almoço e na porta do banheiro me encontraram agachada, com contrações.

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Quando levantei, ela olhou nos meus olhos e disse, agora você está na parte ativa do trabalho de parto, está com bigodinho de suor. E conversou comigo sempre olhando bem fundo nos meus olhos sobre como procederíamos dali para a frente: - Quando a contração vier, você vai agachar comigo até o chão se segurando nos meus braços e eu nos seus. (Caiu um cisco aqui no meu olho) quando a contração veio, lá fomos nós, agachar. A perna já ficou mole, precisei de uns segundos para retornar em pé. Quando em pé, eu fazia o "automático" balancinho de quadril e ela sempre segurando em minhas mãos. As seguintes contrações ela me abraçava e eu me pendurava soltando o peso sobre ela que aos poucos não conseguia mais me segurar. Foi quando ela pediu para o Samuel me ajudar nos agachamentos seguintes pois precisaria da força dele para me segurar quando as contrações viessem. Ela foi pendurando o rebozzo no pergolado quando eu olhei e disse, eu não vou conseguir me segurar aí, estava mole, pensei que eu fosse despencar de lá. Começaram a encher a piscina e mais uma contração veio. Junto com ela veio a vontade de fazer força, eu estava já no período de expulsão, Alice não queria esperar piscina. Coloquei a mão, ainda estava de calcinha, mas não senti ela. Nos braços do meu marido choraminguei com medo de que durante o momento da força, que também dá vontade de fazer o "2" (risos) eu de fato o fizesse.
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Foi quando eu pedi para tomar remédio para dor e aquele anjinho chamada Dai, veio e mais uma vez olhou no meu olho e disse: Você é capaz, não precisa! E a contração veio. Força, foi o que eu fiz agachada de quatro apoios, apertando as pernas do meu marido que me segurava entre os braços.

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Nesse momento eu senti o chamado Círculo de fogo, ela tinha coroado e eu pude dizer, ela está aqui. Quando veio a próxima contração, sem que eu esperasse, passou a cabecinha dela, foi quando alguém que eu não consegui ver na hora puxou minha calcinha (depois vi nas fotos que foi a May e a Dai). Minha filha Clara que a tudo assistia, se assustou e saiu correndo e disse: O que é isso saindo da minha mãe, gente? Virei para ela e falei:
- Lembra filha dos vídeos que você assistiu com a mamãe, é a Alice... ela mudou o semblante na hora e disse emocionada, É UM BEBÊ, É A MINHA IRMÃ, ALICE <3
Foi necessário apenas mais uma contração para que Alice deixasse meu ventre


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exatamente as 13:01hrs e viesse para os meus braços. 20 minutos entre 7 cm de dilatação e minha filha estar nos meus braços. Todas as palavras do mundo fugiram da minha cabeça. Eu só sabia olhar para aquele ser que eu havia gerado com tanta perfeição. Eu olhava, sentia, e olhava, sentia e só sabia olhar para ela. As palavras não eram suficientes para aquele turbilhão de emoção que estava sentindo, não saiam. Meus pensamentos eram de gratidão por poder segurar Alice toda cheia de liquido, vernix de poder limpa-la e ver aqueles olhões cinza já procurando coisas, tentando sugar seu mamazinho.
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O seu cheiro era algo que nunca na vida eu vou saber descrever. Eu não lembro muitas coisas porque o momento é tão intenso que eu não conseguia me dar conta de tudo que acontecia ao meu redor. Mayrene pegou Alice, me ajudaram a chegar até a cama e ali eu puder amamentar Alice que com muita fome, sugou meu peito por cerca de meia hora e nesse momento eu só queria enviar fotos dela para todos, extremamente orgulhosa por gerar e parir Alice com tanto respeito e amor. Durante esse momento, ainda com algumas contrações, minha placenta deixou meu útero e pudemos esperar que o cordão viesse a ficar branco ainda ligado na placenta. Depois que Alice terminou de mamar, ela foi para o colo da maninha Clara.

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Quanto amor pairava naquele quarto! Então Alice foi para a sessão de fotos com a placenta, papai cortou o cordão, em seguida tiramos as medidas e os peso. Nasceu com 52 cm e 3690 kg e titia Mayrene efetuou os últimos procedimentos com Alice. Fui para o banho sustentada por meu marido que me sentou em uma cadeira em baixo do chuveiro e ali, sozinha eu chorei, REALIZADA E FELIZ.

Linda Alice <3 Arquivo Pessoal

Uma coisa que não posso deixar de relatar e agradecer mais uma vez (e eternamente) é o cuidado de todas (os) vocês comigo. Daí eu não tenho como descrever o que você se tornou para mim, Laís, Mayrene, Laura, Jacqueline, Maria Jose, Elis e Samuel. Todos!!
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Uma vez eu escutei que existem pessoas tão maravilhosas, amáveis e de luz que tu tens o cheirinho de Deus e foi isso que senti quando estive com cada uma de vocês. Não foi eu que escolhi vocês, foi Deus que preparou a forma como fui conhecendo cada uma, cada encontro, cada conversa! "

Mãezinhaas é isso! Fala para mim como não chorar com um relato desse? O que eu tenho a Dizer? Que sim, ela teve escolha própria, que ela foi guerreira em trazer a linda Alice ao mundo de uma forma tão inexplicável.


Alice e Clara! Amor de Irmãs <3
Papai, Alice e Mamãe <3

Como não amar essa Foto <3


Um Beijo e um Cheiro!




Alana Melo

Boa tarde mãezinhas, a história de hoje é da nossa leitora Alana Melo. Uma mulher que no meio de todas as dificuldades encontrou forças para supera-las todas elas. Vamos lá!

"Ficamos juntos por 4 anos e 11 meses, mas logo veio a separação! Descobri que estava grávida dia 15 de outubro de 2015, de acordo com a ultrassom eu teria engravidado em meados do dia 15, 16 de agosto. Havia 10 dias que eu estava conhecendo uma pessoa. Esse rapaz sempre soube de tudo, desde o início, foi um parceiro na época, porém ele tem uma filha com sua ex, e ela não muito amigável dificultou o relacionamento inúmeras vezes. 

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Em novembro fiquei internada com Hiperemie-se Gravídica, enjoos e vômitos em excessos. Estava bem debilitada fisicamente e mentalmente. Era muita coisa para minha cabeça, era a pressão da ex do meu atual namorado na época, e o pai da minha filha que nunca aceitou minha gravidez. Nos dias internada meu namorado na época me ajudou muito, ficava comigo no hospital, e nos piores dias ficou comigo no hospital, mas como havia dito antes a ex dele nada amigável tanto fez que nos separou. E eu fiquei só, doente, gravida e bem abalada psicologicamente, pois para mim a gravidez foi uma surpresa. Tinha meu ex-marido que vivia jogando na minha cara que não era pai da minha filha, pois quando eu descobri a gravidez estava com outro. Ele me dizia coisas absurdas e até me ofendia. Quem diria uma pessoa que passei mais de 4 anos junto me trata assim.

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Eu morava sozinha, não tinha condições físicas para trabalhar, fiquei de atestado médico diversas vezes. Passava mal sozinha em casa e não tinha como ir ao médico (Cuiabá é uma cidade grande e de madrugada os ônibus não funcionava). Então eu sozinha, sem condições de sair, orava para o pior não acontecer.
Em 18 de dezembro retomei a Vilhena, vendi todos meus moveis a preço de banana, larguei meu emprego e abandonei minha independência que havia conquistado, voltei a morar com meus pais, me tornei completamente impotente e fiquei pior ainda. Minha relação com minha mãe não é uma das melhores brigamos muitos, não nos damos bem. Sofri demais com o preconceito por ser mãe solteira, fui chegada várias vezes de vagabunda e entre outros nomes. Minha saúde mental ia piorando, cheguei ao ponto de odiar minha bebe. Não pela bebe, mais pelo o fato da minha vida ter virado de avesso e eu não ter mais o controle de nada.

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Passei a me trancar no quarto, parei de comer, não dormia mais, só queria chorar e chorar. Não queria mais saber de nada.
Até que um dia, tentei o suicídio, morreria eu e minha filha. Deus não quis! Mas a vontade de sumir era enorme. Não dava importância para coisas que ganhava para minha filha, não gostava de ver.
Mas o pior ainda estava por vim. Decidi entregar minha filha para ADOÇÃO, eu estava cansada, estava confusão, não sabia mais o que era certo ou errado.  Mas como Deus sabe o que faz, minha família fez um chá de bebe surpresa para mim ali eu sentia que seria tudo diferente, pois percebi que apesar de muitos criticares ainda teria aqueles que me apoiaria. Mais ainda não era fáceis as coisas. 

Chá da Mia
Heroína da Minha VIDA
Mimos da Mia
A partir das 38 semanas passei a ir todos os dias no hospital. Com 39 semanas descobri que não terei condições de ter um parto normal. Não conformada fiz de tudo para ter normal, caminhei, agachei, fiz esforço, faxina, fiz de tudo para ter normal mesmo sabendo que meu corpo não me dava condições.
Marcaram minha cessaria para dia 22 de maio, mas não aconteceu. Ela foi adiada 3 vezes, minha filha veio a nascer dia 26 de maio de 2016. Teve infecção sanguínea, pois chegou a fazer coco na barriga. Ficamos internadas por 4 dias!

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Mia Vitória Melo
Tudo Tinha Mudado.
Mas algo tinha mudado, aquele sentindo de ódio tinha passado, só estava alegria e a emoção de ouvir o choro da minha pequena princesa, Deus ali tinha tirado todos os sentimentos ruins e me trazido só os bons.
As coisas ainda não continuam fáceis, mais agora eu sei que a MATERNIDADE me tornou forte, me tornou uma pessoa melhor e que se arrependia e arrepende todos os dias pelas coisas que fez. Voltei a trabalhar quando ela tinha 20 dias, com 1 mês ela ficou doentia então resolvi me dedicar só a ela. Não é fácil, pois moro com meus pais, o pai dela nem quer saber dela, não assumiu ela. Além de cuidar dela sou responsável pela limpeza da casa, meus pais trabalham fora, vou fazendo as coisas como eu posso, um filho pede muita atenção. 

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Todo esse sofrimento, essa depressão me moldou de um jeito novo e forte. Agora sei que sou capaz de tudo pela felicidade da minha filha. Acredita em Deus, ele sabe o que faz, mandou minha Mia para mostrar que sou forte e tudo posso enfrentar.
Ela se chama Mia Vitoria Melo, está com 2 meses, e eu Alana Melo 23 anos. Eu creio que para tudo Deus tem um proposito, e tudo o que houve comigo eu não entendo e não sei os porquês, mas sei que fez de mim uma ser melhor, uma mulher melhor e uma mãe melhor.
O nome dela seria só Mia Melo, o Vitória veio depois deu superar tudo". 

Mia Vitória Melo

Ah mãezinhas essa é a história de hoje. Sempre faremos coisas que iremos nos arrepender, mas ter a capacidade de admitir que errou é ser humano, pois todos erra. Alana passou por muitas coisas sozinhas, teve que enfrentar uma gravidez inesperada. Mas ela passou por tudo, mesmo cometidos alguns erros, mas ela passou. Hoje está com o coração aberto para dar todo AMOR e CARINHO que a Mia precisa, Não será a falta de um pai que mudará a vida dela. 

Volteeeeeeem Sempre e não esqueça de sempre está ligadinhas com todas as mamães <3 

Que coisa mais GOSTOSA <3

Beijinhos para VOCÊS <3

Minha Gravidez: Jéssica Aline

Boa tarde mãezinhaas, como vocês estão nesse dia tão especial, que é o dia dos PAIS! Quero já deseja um MARAVILHOSO dia dos PAIS para todos. Mas vamos lá! Hoje eu vou contar um pouquinho da minha gravidez, como descobri e como foi. Muitas meninas me mandou mensagem me pedindo para mim contar um pouquinho da minha também. E cá estou eu, Vamos lá?

"Engravidei em dezembro de 2013 com 16 Anos, mais só fui descobrir a gravidez dia 28 de fevereiro de 2014 (já estava entrando no terceiro mês).
Quando descobri foi um susto, um medo, todos os sentimentos se misturaram não sabia se era alegria ou medo de como ia ser minha vida dali para a frente, imagina uma menina do terceiro ano do ensino médio com 16 anos descobrir que está grávida foi um espanto. Dali em diante muita coisa mudou, veio pré-natal, exames e mais exames, cuidados, mudei um pouco a alimentação tudo para que meu bebê viesse com saúde.
9 Mesees <3
9 Meses <3
Mais num desses exames deu Toxoplasmose ou Doença de Gato, no momento pensei que não era nada, mas depois pesquisei na internet e vi que era grave e que tinha que toma todos os cuidados possíveis, então veio mais e mais exames, remédios e mais remédios para que nada acontecesse com meu bebê.
Muitas Adolescentes não leva a sério esse exame, acha que nada pode acontecer, mais sim, infelizmente pode acontecer de a criança nascer com pulmões e baço anormalmente grandes, podem sofrer também de convulsões e de amarelamento da pele e dos dentes, além de graves infecções nos olhos, ou seja, mamães que estão grávidas vamos se cuida, vamos fazer todos os exames certinhos, tomar a medicação certa.
Príncipe em Formação

Na minha primeira ultrassom já descobri o sexo era um menino (É um menino rsrs’) mais sabe aquele sentimento de mãe, então eu já sabia que era um menino, tinha certeza mais ninguém acreditava em mim. Nove meses se passaram e chegou o tão esperado dia 03 de setembro de 2014 as 9:05 meu bebê nasceu com 49 cm e 3,080 kg. Mais nasceu com frio e precisou fica alguns minutos na incubadora (isso deixou meu marido apavorado, é meninas caseei), mais minha mãe foi lá e perguntou por que meu bebê ainda não tinha vindo para o quarto, foi então que a enfermeira explicou para ela que ele tinha nascido com frio e precisou ficar por um tempo na incubadora.

Nicolas Gustavo
Nick e o Papaaai <3
Tudo certo, meu príncipe veio para o quarto todo mundo pegou ele (Pai, Avós, Tios e etc.) e eu como mãe fiquei por último. Mais quando peguei aquele pequeno ser no meu colo percebi que dali para a frente minha vida era outra e é outra, mais não reclamo faria tudo de novo pelo meu filho, agradeço a Deus todos os dias por ele ter me dado o dom de ser Mãe, de carregar um ser no meu ventre por 9 Meses e no meu coração pelo resto da vida.
Hoje meu bebê está com 1 Ano e 11 meses e 11 dias, Ele se chama Nicolas Gustavo. É maravilhoso ser mãe. É uma experiencia muito nova, uma sensação diferente, pois um filho exige muito tempo, muita atenção. Minha vida mudou TOTALMENTE, tive que aprender a lidar com os momentos difíceis que é ser mãe, o pior momento é quando vemos nosso filho doente e não podemos fazer nada, para que o chão abre ali. Maaas não existi recompensa maior do que o sorriso, aquele olhar sincero, ouvir te chamar de MAMÃE. Ah meninaas é isso, um pouquinho da minha história!

Meu Coelhinhoo
Policial da Mamãe <3
Volteeeeeem sempre e não esqueça de acompanhar a gente <3

Minha Base de Tudo <3

Motivo deu acorda todos os dias e lutar por algo melhor para você

Mãe, Filho <3 Pessoas que me fortalece !

Adriana Andrade de Souza

Bom dia mãezinhas, hoje irei contar uma história de SUPERAÇÃO, FÉ, AMOR E COMPANHEIRISMO. Uma história que pensamos nunca ouvir, mas que um dia ouvimos. 

"No Dia 29/04/13 acabei constatando uma gravidez, parecia ser inacreditável pois ao mesmo tempo que eu queria eu sabia que era solteira e não teria condições de cuidar de um filho caso meu pai não aceitasse essa notícia. Mas ele reconheceu o meu erro e reconheceu que aquela era uma das notícias mais Linda que ele já havia recebido. No primeiro ultrassom que fiz a medica disse que provavelmente seria uma menina. Passados alguns dias, vim para Vilhena acompanhar minha mãe em uns exames dela (antes eu morava em Cerejeiras, mais atualmente estou morando em Vilhena). Estava sentada esperando ela se consulta, quando tive um sangramento muito forte, chegou a sair um bolsa de sangue, onde os médicos pensaram que era minha bebe. Nisso os médicos já fizeram um ultrassom e constataram que estava tudo bem com minha filha. Mas que era pouquíssimas as chances de ela sobreviver caso fizesse muitos esforços. Fiquei ali no hospital durante uma semana de observação e fui para casa onde fiquei de repouso até o oitavo meses.


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Com 34 semanas minha bebê veio a nascer, era a Doce Isabella, mais veio a falecer 34 horas depois do parto, meu mundo desabou ali. Ela teve 3 paradas cárdicas pois ela tinha sopro no coração e infecção intestinal. Por erro médico, pois a doutora acompanhou todo meu pré-natal, viu meus exames e disse que não havia nada de errado, mais o médico que fez meu parto disse que se ela realmente tivesse olhado tinha percebido algum diferente.

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Foi muito complicado, sofri muito, entrei em depressão. Mas eu tinha certeza que Deus ia me dá outro filho. Com 20 dias recebi uma mensagem na rede social do Pablo (hoje meu atual marido) dizendo que sentia muito pela a minha perca e que Deus ia me dá outros filhos. Agradeci a ele, e a gente começou a conversa. Com 30 dias a gente se conheceu pessoalmente. Ele disse que queria ficar comigo, mais eu estava horrível, estava em depressão pôs parto. Conversei com meu pai e ele não aceitou. Disse que eu tinha acabado de enterrar uma filha, como que você vai ficar com alguém? O que os outros vão falar? 
Então resolvi dar um basta, disse que havia 30 dias que tinha perdido minha filha, que as pessoas iam falar. Mas ele disse, não importa. Eu quero ficar com você e vamos embora comigo. Confesso que fiquei assustada, mas aceitei. Você tem seu tempo para arrumar suas coisas, conversa com seus pais e despedir dos seus familiares e amigos. Com 15 dias certinho ele volta para me buscar, então vim para Vilhena com ele.

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Para você vê como Deus faz tudo no seu tempo. Eu estava firme na igreja, mais ele não. Acabei desviando da igreja por não ter a companhia dele. Eu tentando, e tentando engravidar mais nunca conseguia. Com 1 ano e 8 meses de casada veio a grande notícia, de uma forma inesperado. Pois naquela noite eu havia sonhado com a Isabella, mais no sonho eu via só metade do rosto dela, não via a outra metade. Acordei e pensei o que isso quer dizer? 

Logo que levantei, olhei no espelho e senti um forte enjoo, logo meu coração acelerou, a barriga esfriou e já veio na cabeça estou gravida! 

Com dúvidas, comprei um exame de farmácia (baratinho) e deu positivo, logo após decidi fazer então o de sangue para ter certeza. E para a alegria de toda a família deu POSITIVO.


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Na ultrassom descobri que era Menino! Era um menino...meu Tão sonhado filho! meu mundo se tornou azul! Agora eu tinha o céu dentro de casa!


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Mais desde início foi uma luta, tive muito sangramento. Mais não postava nada nas redes sociais, postava que estava feliz, que estava tudo bem. Mas na verdade tive que ficar de repouso como na primeira gravidez, até o sexto mês quase perdi meu bebe. Mais eu orava muito e pedi a Deus para que tivesse piedade de mim e que me deixasse cuidar e educar esse que estava em meu ventre. Graças a Deus estava tudo certo, no dia do parto estava muito confiante. Deus havia colocado em meu coração que nada aconteceria!




Meu marido entrou junto comigo a sala, pois estava filmando o parto. Quando escuto o médico pedir para ele para de gravar. E nisso já veio a enfermeira e me trouxe meu bebe para que eu veja. Depois disso só vim a acorda 3 dias depois, fui conversando com o doutor e ele foi me explicando o que aconteceu. Depois de uma semana que eu sai da UTI ele me contou que tive 'Acretismo' que dá em 1 em cada 10 mil mulheres. E acretismo é fatal, é muito raro uma sobrevivente devido a hemorragia fortíssima. Devido a isso recebi 26 transfusões de sangue.


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Minha temperatura chegou a zero, gelada igual morto. Eles esquentavam o soro no micro-ondas para que ele circulasse pelo meu corpo e aquecesse-se ele. Estava dando falência dos meus órgãos. O primeiro foi meus rins, tinha morrido ali. Os médicos me deram 40 minutos de vida, entregaram meu corpo só para meus pais se despedir, eles pediram para colocar meu bebe em cima de mim para que eu pudesse sentir ele. Eles até procuram um avião para me transferir, estava chovendo nesse momento em Vilhena, o avião não conseguiria pousar! Mas era Deus agindo e me curando ali mesmo. Depois de uma semana vim para casa, com muitos machucados nas costas, devido ter ficado muito tempo deitada. Sofri muito no começo, mas graças a Deus ele me deu um filho super. Tranquilo. Ha 6 dias atrás eu fiz um exame para saber se havia ficado com alguma sequela, pois haviam tirado meu útero, meu ovário e minhas trompas.



Guilherme Antonio




Ontem dia 12-08 peguei os resultados, levei para o médico ele ao abrir e olha me disse: - Adriana, parabéns. Você é uma guerreira, por tudo que você passou você tem que agradecer muito a Deus, não pedi mais nada para ele só agradecer. Você entrou muito precocemente na menopausa mais seus exames estão excelentes. Não havia ficado nenhuma sequela.


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Eu só tenho a agradecer a Deus por tudo isso, por ter me dado uma segunda chance de viver e de ser mãe. Muitas pessoas tem dó de mim, mais eu não quero que elas tenham. Quero que elas me vejam como um exemplo, a vontade de viver, pois eu perdi minha filha e meu útero. Mais minha recompensa está em meus braços! Meu Guilherme veio para me dá um novo sentindo a vida, me mostra que Deus não das batalhas grandes para quem não tem força de lutar. Se você está com problema, seja ele qual for, entregue nas mãos de Deus. Ele é o dono da verdade e de todas as curas. Não desista, pode ter certeza que algo de bom ainda vira para você. Hoje pela graça do Senhor eu e minha familia estamos na igreja, seguindo e servindo a palavra do senhor."


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Ai mamães, não tem como não se emocionar. Escrevi esse post me segurando para não chorar, me imaginei no lugar dela, E parei para pensar e rever meus conceitos, quais são realmente meus verdadeiros problemas? As vezes fazemos tempestade em copo d'água por tão pouco coisas. Vamos refletir mais!

Volteeeeeem sempre e não esqueça de acompanhar a gente <3

Guilherme Antonio
Guilherme Antonio
Guilherme Antonio









 



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